A inventona é o novo bota-abaixismo.
2009-09-30
2009-09-23
UK was OK #6
British Museum, o museu da pilhagem. Impossível não ficar rendido à tareia de cultura que se leva em cheio nos queixos.
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2009-09-22
Breviário da gestão de recursos humanos
Só existem duas estratégias para motivar alguém profissionalmente: ou se lhe acena com uma cenoura à frente, ou se lhe acena com uma cenoura atrás.
2009-09-19
E eu que sai de lá à procura de mais animação em Lisboa
O presidente da Câmara de Almeirim, Sousa Gomes (PS), utilizou linguagem obscena para se dirigir à vereadora da CDU na reunião do executivo camarário de quarta-feira. O presidente disse “cale-se com essa merda” e “pode ser que algum pássaro lhe cague na cabeça”. A vereadora, contactada por O MIRANTE, disse que neste momento não está em condições de falar sobre o assunto, salientando que a CDU vai tomar uma posição pública sobre o caso.
Os ânimos exaltaram-se numa altura em que se discutia o excesso de população de pardais em certas zonas da cidade, um ponto incluído na ordem de trabalhos a pedido da vereadora. Esta a dada altura na troca de palavras com o presidente acusou-o de ser o responsável pela morte de um deficiente há uns anos quando este caiu dentro do lago da zona norte e que também era responsável pelo facto de um aluno da escola primária P3 ter fugido das aulas e subido a um telhado de onde caiu. Foi nessa altura que Sousa Gomes disse “Cale-se com essa merda e fale dos pardais”.
Na altura estavam na sala a assistir à sessão três munícipes. O presidente disse também “…pode ser que algum pardal lhe cague na cabeça”. A vereadora respondeu que não havia problema porque tinha cabelo, o pior era o presidente que é careca. Ao que Sousa Gomes replicou dizendo que sendo careca era mais fácil de limpar.
Já no fim da discussão o vereador Francisco Maurício disse que queria que constasse em acta que o presidente tinha dito “vá para o c…”. Sousa Gomes desafiou o autarca com quem está incompatibilizado a explicitar o que era o “c…”, porque não tinha dito nenhuma palavra começada por esta letra. Francisco Maurício apenas disse que não tinha mais nada a acrescentar. Sousa Gomes em declarações a O MIRANTE, justifica que perdeu a paciência com a intervenção de Manuela Cunha. “Fez-me alterar o espírito e acabei por utilizar um palavreado que não é normal”, realçou, acrescentando que com as acusações da vereadora “nem um santo podia ficar impávido”.
(OMirante.PT, 2009-09-17)
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2009-09-18
UK was OK #5
Espera. Ainda não. Temos que esperar pelo o Homem Verde. Só depois de ele chegar é que poderemos atravessar para o Outro Lado.
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2009-09-17
2009-09-16
Rude golpe para a cruel ceifeira
Antes de saber isto estava literalmente com os pés para a cova, mas agora que vou ao ginásio duas vezes por semana, é como se tivesse renascido. O meu risco de morte, pelas minhas contas, e admitindo que eu estou vivo neste momento, andava à roda dos 100%. Com esta dos dois treinos semanais, diminuiu (na pior das hipóteses) para 75%. Milagre. Agora tenho 25% de hipóteses de me safar. Mas acho que não aguento esta incerteza. A expectativa mata-me.
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2009-09-15
Estou a 3 níveis de distância do Kevin Bacon
1. Eu + Jorge Gabriel [Quem Quer Ser Milionário]
2. Jorge Gabriel + Wayne Duvall [Star Crossed]
3. Wayne Duvall + Kevin Bacon [Apollo 13]
Só para que conste.
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2009-09-14
Eu tenho Terra no Movimento e tu tens Humanismo no Partido
Por que é que o Movimento Partido da Terra se juntou ao Partido Humanista?
Por que é que a testa de Quartin Graça está cheia de detritos verdes?
Aquele sorriso é o mais humanista que ele conseguiu arranjar?
Aquele cabelo não se corta?
Quartin rima com pilim ou com Chopin?
Por que é que a testa de Quartin Graça está cheia de detritos verdes?
Aquele sorriso é o mais humanista que ele conseguiu arranjar?
Aquele cabelo não se corta?
Quartin rima com pilim ou com Chopin?
2009-09-02
UK was OK #3

Foi preciso ir à National Gallery para perceber que o Mário Soares anda cá há tanto tempo que até o Rembrandt lhe pintou um retrato. Pelos vistos, naquela altura Mário Soares escrevia-se Aechje Claesdr. E foi casado com um fabricante de cerveja.
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2009-09-01
UK was OK #2
Londres é uma cidade civilizada onde as coisas funcionam com lógica, ao passo que Lisboa é uma espécie de jogos sem fronteiras metropolitanos onde temos que aprender truques passados de boca em boca. E mesmo após vários anos a viver em Lisboa é curioso verificar como o cérebro se habitua com facilidade às coisas simples e fáceis.
Para quem não conhece os novos bilhetes do Metro, aqui vai a descrição do próprio Metropolitano de Lisboa:
Quanto ao carregamento do cartão, é feito em títulos de um único operador ou em dinheiro. Este último tem o apropriadíssimo nome de Zapping. Um qualquer turista que não fale português nem precisa de ver mais nada. Hm! Zapping! Das ist gut, ja?! A maçada é que um otário que carregue títulos do Metro, por exemplo, já não pode fazer um carregamento Zapping. Só quando o cartão estiver vazio. Ou seja, tem que gastar as viagens de Metro antes de fazer o carregamento ou comprar mais um bocado de cartolina a 0,50€, IVA incluído.
Em Londres, têm mais ou menos a mesma coisa, mas em bom. O Oyster card. Esta maravilha é um cartão de plástico que custa £3,00 onde são efectuados carregamentos em dinheiro. À medida que se viaja vão sendo debitados os valores das viagens até um máximo de £4,40. A partir daí viaja-se de graça.
Isto para um português é uma coisa impensável porque é simples e funciona bem. Mas a grande finta ainda está para vir. Acabadas as férias e chegados à última estação de Metro, eis a questão: o que é que fazemos aos nossos Oyster cards, que ainda têm saldo e que nos custaram £3,00? Dá-se! A quem? Vende-se! Por quanto? Felizmente solicitámos a assistência de um prestável funcionário do Metro (sim, ao contrário do Metro de Lisboa, o de Londres tem funcionários) que muito nos maravilhou com as suas palavras de sapiência. Como é óbvio, o preço do cartão (£3,00) é um mero depósito, totalmente restituível, juntamente com o saldo que ainda estiver no cartão. E lá fomos para o aeroporto com o peito cheio e o ar triunfal de quem não tinha sido roubado por uma empresa pública. Isto é que são férias.
Para quem não conhece os novos bilhetes do Metro, aqui vai a descrição do próprio Metropolitano de Lisboa:
Para os clientes pouco frequentes, estão disponíveis os cartões sem contacto 7 colinas ou viva viagem, nos quais se pode carregar bilhetes simples Metro ou diários Carris/Metro e Zapping . No primeiro carregamento, é necessário comprar o cartão, que custa 0,50 € e tem a validade de um ano. Durante este período, o cartão pode ser carregado e reutilizado sempre que necessário. Contudo, caso o cliente pretenda recarregar este cartão com outro tipo de título, terá de esgotar previamente o título anterior. Terminada a validade de um ano, os cartões não podem ser recarregados, mas os títulos ainda existentes podem continuar a ser utilizados ou serem transferidos para novo cartão.Na verdade, o cartão 7 colinas/viva viagem é um pedaço de cartão ordinário que encaracola nas pontas passado uns dias e que é uma sorte que aguente o seu ano de validade sem que desmagnetize ou se esfarrape com uns pingos de água. Esta brincadeira sai a 50 cêntimos que nunca mais são vistos.
Quanto ao carregamento do cartão, é feito em títulos de um único operador ou em dinheiro. Este último tem o apropriadíssimo nome de Zapping. Um qualquer turista que não fale português nem precisa de ver mais nada. Hm! Zapping! Das ist gut, ja?! A maçada é que um otário que carregue títulos do Metro, por exemplo, já não pode fazer um carregamento Zapping. Só quando o cartão estiver vazio. Ou seja, tem que gastar as viagens de Metro antes de fazer o carregamento ou comprar mais um bocado de cartolina a 0,50€, IVA incluído.
Em Londres, têm mais ou menos a mesma coisa, mas em bom. O Oyster card. Esta maravilha é um cartão de plástico que custa £3,00 onde são efectuados carregamentos em dinheiro. À medida que se viaja vão sendo debitados os valores das viagens até um máximo de £4,40. A partir daí viaja-se de graça.
Isto para um português é uma coisa impensável porque é simples e funciona bem. Mas a grande finta ainda está para vir. Acabadas as férias e chegados à última estação de Metro, eis a questão: o que é que fazemos aos nossos Oyster cards, que ainda têm saldo e que nos custaram £3,00? Dá-se! A quem? Vende-se! Por quanto? Felizmente solicitámos a assistência de um prestável funcionário do Metro (sim, ao contrário do Metro de Lisboa, o de Londres tem funcionários) que muito nos maravilhou com as suas palavras de sapiência. Como é óbvio, o preço do cartão (£3,00) é um mero depósito, totalmente restituível, juntamente com o saldo que ainda estiver no cartão. E lá fomos para o aeroporto com o peito cheio e o ar triunfal de quem não tinha sido roubado por uma empresa pública. Isto é que são férias.
UK was OK #1
Uma das coisas que noto no regresso destas férias em Londres é que habituando-me a beber aos 568ml de cerveja de cada vez, quando volto a ter uma imperial na mão mais parece que estou a beber um Actimel.
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